Congresso ecumênico pede união das igrejas
Cerca de 205 mil pessoas assistiram hoje a uma celebração religiosa ao ar livre, na qual os principais líderes cristãos da Alemanha concluíram o primeiro Congresso Ecuménico das Igrejas pedindo união entre católicos e protestantes. "O que agora nos une, ningúem pode romper", disse o presidente do comitê organizador católico, Hans Joachim Meyer, no palco montado em frente ao edifício do Reichtstag, sede do Bundestag, o Parlamento alemão. O evento começou na quarta-feira.
As maiores autoridades católicas e protestantes alemães - os presidentes da Conferência Episcopal Alemã (DBK), cardeal Karl Lehmann, e do Conselho da Igreja Evangélica da Alemanha (EKD), Manfred Kock - falaram sobre a necessidade dos cristãos defenderem seus valores em tempos difíceis como os atuais. Em uma das referências políticas presentes em seu discurso, Kock se pronunciou a favor de uma volta às raízes cristãs da Europa na futura Constituição européia, pois "o temor de Deus libera da tentação de querer se tornar o senhor do mundo e explodir a Terra".
Muitos dos presentes levavam um lenço laranja com a inscrição "benditos sejam os que procuram a paz", lema do congresso, e carregavam bandeiras com as cores do arco íris e o símbolo da paz. "A dor pelo que ainda não conquistamos supera a alegria do que já nos une", acrescentou Kock em referência à eucaristia conjunta, proibição expressa do Papa, desobedecida por um sacerdote católico que convidou protestantes a comungarem em uma missa celebrada quinta-feira na igreja de Gethsemani.
Meyer afirmou que a parte política do congresso - onde se abordou desde o conflito do Oriente Médio até o terrorismo internacional e o programa de reforma dos sistemas de amparo social na Alemanha - também foi um "sinal alternativo contra a superficialidade do negócio político".
O sucesso dos 3,2 mil atos e atividades do congresso nestes cinco dias animou os organizadores do evento, que já avaliam a possibilidade de celebrar outro em 2008.
Fonte: http://noticias.terra.com.br/mundo/interna/0,5502,OI110202-EI312,00.html
Religião: Duzentas mil pessoas na missa de encerramento das jornadas cristãs 14h55 - 01/06/2003 Berlim, 01 Jun (Lusa) - Cerca de 200.000 católicos e protestantes assistiram hoje em Berlim à missa de encerramento das Jornadas Ecuménicas Cristãs, marcadas pelo êxito e, apesar da interdição do Vaticano, pela comunhão eucarística comum.Segundo a organização, trata-se da maior missa ecuménica jamais celebrada na Alemanha.O altar onde foi celebrada a missa foi instalado frente ao Reichstag, onde se reúne a câmara dos deputados, não muito longe da Porte de Brandebourg, por onde passava o muro de Berlim.O presidente da Conferência dos bispos católicos, o cardeal Karl Lehmann, apelou aos fiéis a estarem "prontos para a partilha", incluindo no emprego, que definiu como "um bem raro", e a respeitarem os recursos naturais."A alegria que nos reúne ultrapassa largamente a dor que sentimos pela separação das Igrejas", disse, por seu lado, Manfred Kock, presidente da Confederação das Igrejas Evangélicas e Protestantes da Alemanha.Numa encíclica publicada em Abril, o Papa João Paulo II tinha exortado os católicos a absterem-se de comungar durante as cerimónias de outras confissões cristãs.A eucaristia comum não foi celebrada hoje na missa final. No entanto, um padre católico austríaco, desafiando o Vaticano, celebrou à margem do programa oficial um serviço em que cerca de 2.000 católicos e protestantes comungaram juntos."Uma acção política" que visa alterar algo na igreja, lamentou o cardeal alemão Joseph Ratzinger, perfeito da Congregação para a Doutrina da Fé no Vaticano, adiantando que a Conferência dos bispos católicos está a examinar uma eventual sanção contra o padre.Centenas de milhares de fiéis participaram desde quinta-feira nas primeiras Jornadas Ecuménicas Cristãs da Alemanha, que podem voltar a ser organizadas em 2008, promovidas por uma moderna campanha publicitária.
Fonte: http://noticias.uol.com. br/lusa/ultnot/ 2003/06/01/ ult611u24825.jhtm

Cerca de 205 mil pessoas assistiram hoje a uma celebração religiosa ao ar livre, na qual os principais líderes cristãos da Alemanha concluíram o primeiro Congresso Ecuménico das Igrejas pedindo união entre católicos e protestantes. "O que agora nos une, ningúem pode romper", disse o presidente do comitê organizador católico, Hans Joachim Meyer, no palco montado em frente ao edifício do Reichtstag, sede do Bundestag, o Parlamento alemão. O evento começou na quarta-feira.

As maiores autoridades católicas e protestantes alemães - os presidentes da Conferência Episcopal Alemã (DBK), cardeal Karl Lehmann, e do Conselho da Igreja Evangélica da Alemanha (EKD), Manfred Kock - falaram sobre a necessidade dos cristãos defenderem seus valores em tempos difíceis como os atuais. Em uma das referências políticas presentes em seu discurso, Kock se pronunciou a favor de uma volta às raízes cristãs da Europa na futura Constituição européia, pois "o temor de Deus libera da tentação de querer se tornar o senhor do mundo e explodir a Terra".

Muitos dos presentes levavam um lenço laranja com a inscrição "benditos sejam os que procuram a paz", lema do congresso, e carregavam bandeiras com as cores do arco íris e o símbolo da paz. "A dor pelo que ainda não conquistamos supera a alegria do que já nos une", acrescentou Kock em referência à eucaristia conjunta, proibição expressa do Papa, desobedecida por um sacerdote católico que convidou protestantes a comungarem em uma missa celebrada quinta-feira na igreja de Gethsemani.
Meyer afirmou que a parte política do congresso - onde se abordou desde o conflito do Oriente Médio até o terrorismo internacional e o programa de reforma dos sistemas de amparo social na Alemanha - também foi um "sinal alternativo contra a superficialidade do negócio político".
O sucesso dos 3,2 mil atos e atividades do congresso nestes cinco dias animou os organizadores do evento, que já avaliam a possibilidade de celebrar outro em 2008.
Fonte: http://noticias.terra.com.br/mundo/interna/0,5502,OI110202-EI312,00.html
Religião: Duzentas mil pessoas na missa de encerramento das jornadas cristãs 14h55 - 01/06/2003 Berlim, 01 Jun (Lusa) - Cerca de 200.000 católicos e protestantes assistiram hoje em Berlim à missa de encerramento das Jornadas Ecuménicas Cristãs, marcadas pelo êxito e, apesar da interdição do Vaticano, pela comunhão eucarística comum.Segundo a organização, trata-se da maior missa ecuménica jamais celebrada na Alemanha.O altar onde foi celebrada a missa foi instalado frente ao Reichstag, onde se reúne a câmara dos deputados, não muito longe da Porte de Brandebourg, por onde passava o muro de Berlim.O presidente da Conferência dos bispos católicos, o cardeal Karl Lehmann, apelou aos fiéis a estarem "prontos para a partilha", incluindo no emprego, que definiu como "um bem raro", e a respeitarem os recursos naturais."A alegria que nos reúne ultrapassa largamente a dor que sentimos pela separação das Igrejas", disse, por seu lado, Manfred Kock, presidente da Confederação das Igrejas Evangélicas e Protestantes da Alemanha.Numa encíclica publicada em Abril, o Papa João Paulo II tinha exortado os católicos a absterem-se de comungar durante as cerimónias de outras confissões cristãs.A eucaristia comum não foi celebrada hoje na missa final. No entanto, um padre católico austríaco, desafiando o Vaticano, celebrou à margem do programa oficial um serviço em que cerca de 2.000 católicos e protestantes comungaram juntos."Uma acção política" que visa alterar algo na igreja, lamentou o cardeal alemão Joseph Ratzinger, perfeito da Congregação para a Doutrina da Fé no Vaticano, adiantando que a Conferência dos bispos católicos está a examinar uma eventual sanção contra o padre.Centenas de milhares de fiéis participaram desde quinta-feira nas primeiras Jornadas Ecuménicas Cristãs da Alemanha, que podem voltar a ser organizadas em 2008, promovidas por uma moderna campanha publicitária.
Fonte: http://noticias.uol.com. br/lusa/ultnot/ 2003/06/01/ ult611u24825.jhtm


Delírio protestante sobre a questão das imagens sagradas
O protestantismo está definido no Catecismo de São Pio X como o "compêndio de todos os erros que existem para a perdição da alma humana". Claro que a contradição é algo que não poderia faltar em um sitema falso como esse, que leva os despreparados aos tormentos do inferno. Encontrei uma dessas contradições no espiritualmente promíscuo site do CACP. Nele, um artigo tratava sobre a arca da aliança.
Sandro Pelegrineti de Pontes
Resolvi ler, para ver sobre que "ótica" eles analisariam a existência das imagens dos querubins sobre ela e também o fato de Deus se utilizar deste instrumento como "canal" de comunicação com os judeus.
Ao terminar o artigo, fiquei feliz pelo fato de não ter encontrado nenhum erro nele (pelo menos em princípio). Tudo o que está escrito ali está correto. Mas o problema (para eles) é que o que está escrito ali é exatamente aquilo que a Igreja Católica ensina sobre a veneração aos santos e as imagens sagradas, distinguindo estas práticas da adoração devida a Deus. E que Deus pode se utilizar de instrumentos humanos ou mesmo objetos para se comunicar com seu povo. Segue abaixo o texto com marcações que fiz nos pontos mais importantes. Após o final, coloquei o endereço do trabalho no site do CACP.
A ARCA DA ALIANÇA
A Arca da Aliança ou Arca do Pacto (hebraico: aróhn hab·beríth; grego: ki·bo·tós tes di·a·thé·kes”) é descrita na Bíblia como o objeto em que as tábuas dos Dez mandamentos teriam sido guardadas, e também como veículo de comunicação entre Deus e seu povo escolhido, os Judeus. A Arca foi objeto de veneração entre os hebreus até seu desaparecimento, especula-se que ocorreu na conquista de Jerusalém por Nabucodonosor, segundo o livro de II Macabeus, o profeta Jeremias foi o responsável por esconder a Arca.
Origem
A Arca é a primeira construção mencionada no livro do Êxodo. Sua construção é orientada por Moisés, que por sua vez recebera instruções divinas quanto à forma e tamanho do objeto. Na Arca estavam guardadas as duas tábuas da lei; a vara de Aarão; e um vaso do maná. Estas três coisas representavam a aliança do Deus YHVH com o povo de Israel. Para judeus e cristãos a Arca não era só uma representação, mas era a própria presença de Deus.
Construção
A Bíblia descreve a Arca da Aliança da seguinte forma: caixa e tampa de madeira de acácia, com 2 côvados e meio de comprimento (um metro e onze centímetros ou 111cm), e um côvado e meio de largura e altura (66,6 cm). Cobriu-se de ouro puro por dentro e por fora. - (Êxodo 25:10 a 16. Para transportá-la foram colocadas quatro argolas de ouro puro, cada uma, nas quatro laterais da mesma, duas de um lado e duas do outro, para que varais pudessem ser encaixados. As varas para este transporte eram de acácia também e toda recoberta de ouro puro. As varas eram metidas nas argolas de ouro e assim a Arca da Aliança era transportada pelo meio do povo. Os varais não podiam ser retirados da arca após sua colocação. Sobre a tampa, chamada Propiciatório "o Kapporeth", foram esculpidos dois querubins de ouro ajoelhados de frente um do outro, com os rostos voltados um para o outro, com as asas esticadas para frente, tocando-se na extremidade.
Suas faces eram voltadas uma para a outra e as asas cobriam o propiciatório encontrando-se como um arco, dum modo defensor e protetor. E se curvavam em direção à tampa em atitude de adoração (Êxodo 25:10-21; 37:7-9). Esta peça era uma peça só, não sendo fundidas em separado. Segundo relato do verso 22, Deus se fazia presente no propiciatório no meio dos dois Querubins de ouro em uma presença misteriosa que os Judeus chamavam Shekinah ou presença de Deus. Dentro da Arca havia as tábuas com os Dez Mandamentos escritos por Deus, um pote com Maná e o cajado de Arão que floresceu. A Arca fazia parte do conjunto do Tabernáculo, com outras tantas especificações. Ela ficaria repousada sobre um altar também de madeira coberto de ouro, com uma coroa de ouro ao redor. Como os hebreus ainda vagavam pelo deserto no momento da construção da arca, esta precisava ser carregada, e por isso a previsão para os varais. Somente os sacerdotes levitas poderiamtransportar a arca ou tocá-la. Apenas o Sumo-Sacerdote uma vez por ano, no dia da expiação, quando a Luz de Shekiná se manifestava, entrava no santíssimo do templo. Estando ele em pecado, morreria instantaneamente. Outros relatos bíblicos se referem ao roubo da arca por outros povos inimigos de Israel, que sofreram chagas e doenças enquanto tinham a arca em seu poder. Homens que a tocavam que não fossem levitas ou sacerdotes morriam instantaneamente. Hoje a arca encontra-se perdida.
Eis o link do referido trabalho:
http://www.cacp.org.br/estudos/artigo.aspx?lng=PT-BR&article=1451&menu=7&submenu=4
O protestantismo está definido no Catecismo de São Pio X como o "compêndio de todos os erros que existem para a perdição da alma humana". Claro que a contradição é algo que não poderia faltar em um sitema falso como esse, que leva os despreparados aos tormentos do inferno. Encontrei uma dessas contradições no espiritualmente promíscuo site do CACP. Nele, um artigo tratava sobre a arca da aliança.
Sandro Pelegrineti de Pontes
Resolvi ler, para ver sobre que "ótica" eles analisariam a existência das imagens dos querubins sobre ela e também o fato de Deus se utilizar deste instrumento como "canal" de comunicação com os judeus.
Ao terminar o artigo, fiquei feliz pelo fato de não ter encontrado nenhum erro nele (pelo menos em princípio). Tudo o que está escrito ali está correto. Mas o problema (para eles) é que o que está escrito ali é exatamente aquilo que a Igreja Católica ensina sobre a veneração aos santos e as imagens sagradas, distinguindo estas práticas da adoração devida a Deus. E que Deus pode se utilizar de instrumentos humanos ou mesmo objetos para se comunicar com seu povo. Segue abaixo o texto com marcações que fiz nos pontos mais importantes. Após o final, coloquei o endereço do trabalho no site do CACP.
A ARCA DA ALIANÇA
A Arca da Aliança ou Arca do Pacto (hebraico: aróhn hab·beríth; grego: ki·bo·tós tes di·a·thé·kes”) é descrita na Bíblia como o objeto em que as tábuas dos Dez mandamentos teriam sido guardadas, e também como veículo de comunicação entre Deus e seu povo escolhido, os Judeus. A Arca foi objeto de veneração entre os hebreus até seu desaparecimento, especula-se que ocorreu na conquista de Jerusalém por Nabucodonosor, segundo o livro de II Macabeus, o profeta Jeremias foi o responsável por esconder a Arca.
Origem
A Arca é a primeira construção mencionada no livro do Êxodo. Sua construção é orientada por Moisés, que por sua vez recebera instruções divinas quanto à forma e tamanho do objeto. Na Arca estavam guardadas as duas tábuas da lei; a vara de Aarão; e um vaso do maná. Estas três coisas representavam a aliança do Deus YHVH com o povo de Israel. Para judeus e cristãos a Arca não era só uma representação, mas era a própria presença de Deus.
Construção
A Bíblia descreve a Arca da Aliança da seguinte forma: caixa e tampa de madeira de acácia, com 2 côvados e meio de comprimento (um metro e onze centímetros ou 111cm), e um côvado e meio de largura e altura (66,6 cm). Cobriu-se de ouro puro por dentro e por fora. - (Êxodo 25:10 a 16. Para transportá-la foram colocadas quatro argolas de ouro puro, cada uma, nas quatro laterais da mesma, duas de um lado e duas do outro, para que varais pudessem ser encaixados. As varas para este transporte eram de acácia também e toda recoberta de ouro puro. As varas eram metidas nas argolas de ouro e assim a Arca da Aliança era transportada pelo meio do povo. Os varais não podiam ser retirados da arca após sua colocação. Sobre a tampa, chamada Propiciatório "o Kapporeth", foram esculpidos dois querubins de ouro ajoelhados de frente um do outro, com os rostos voltados um para o outro, com as asas esticadas para frente, tocando-se na extremidade.
Suas faces eram voltadas uma para a outra e as asas cobriam o propiciatório encontrando-se como um arco, dum modo defensor e protetor. E se curvavam em direção à tampa em atitude de adoração (Êxodo 25:10-21; 37:7-9). Esta peça era uma peça só, não sendo fundidas em separado. Segundo relato do verso 22, Deus se fazia presente no propiciatório no meio dos dois Querubins de ouro em uma presença misteriosa que os Judeus chamavam Shekinah ou presença de Deus. Dentro da Arca havia as tábuas com os Dez Mandamentos escritos por Deus, um pote com Maná e o cajado de Arão que floresceu. A Arca fazia parte do conjunto do Tabernáculo, com outras tantas especificações. Ela ficaria repousada sobre um altar também de madeira coberto de ouro, com uma coroa de ouro ao redor. Como os hebreus ainda vagavam pelo deserto no momento da construção da arca, esta precisava ser carregada, e por isso a previsão para os varais. Somente os sacerdotes levitas poderiamtransportar a arca ou tocá-la. Apenas o Sumo-Sacerdote uma vez por ano, no dia da expiação, quando a Luz de Shekiná se manifestava, entrava no santíssimo do templo. Estando ele em pecado, morreria instantaneamente. Outros relatos bíblicos se referem ao roubo da arca por outros povos inimigos de Israel, que sofreram chagas e doenças enquanto tinham a arca em seu poder. Homens que a tocavam que não fossem levitas ou sacerdotes morriam instantaneamente. Hoje a arca encontra-se perdida.
Eis o link do referido trabalho:
http://www.cacp.org.br/estudos/artigo.aspx?lng=PT-BR&article=1451&menu=7&submenu=4
Termino com a pergunta: seriam os judeus idólatras por terem construído uma arca com duas imagens sobre ela? E se eles a "veneravam", como o próprio texto reconhece, porque os católicos não podem também venerar as imagens sagradas dos santos, da mesma forma que também os querubins foram venerados e utilizados por Deus como instrumentos para se fazer presente? Com a palavra, os protestantes.


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